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Fé e Alegria abre II Ciclo de Formação em Educação Popular com colaboradores de todo o Brasil

A Fundação Fé e Alegria do Brasil realizou, no dia 20 de fevereiro (sexta-feira), o primeiro encontro do II Ciclo de Formação em Educação Popular – Fronteiras e Territórios, iniciativa desenvolvida em parceria com o Centro de Promoção de Agentes de Transformação (Cepat). O encontro marcou o início do percurso formativo, que irá até junho de 2026, reunindo profissionais de diferentes áreas da instituição para refletir sobre práticas educativas comprometidas com a justiça social e a transformação dos territórios.

 

O encontro contou também com a participação de colaboradores e colaboradoras de outras Obras vinculadas à Rede Jesuíta de Justiça Socioambiental (RJSA) da Província dos Jesuítas do Brasil, fortalecendo o diálogo em rede entre educação popular e justiça socioambiental.

 

Realizado de forma online, pelo Microsoft Teams, o encontro inaugural abordou o tema A educação popular em tempos de emergência, convidando os mais de 50 participantes a refletirem sobre o papel da educação popular diante das desigualdades, crises socioambientais e disputas de sentido que atravessam a sociedade contemporânea.

A proposta do ciclo é contribuir para a formação de educadores e educadoras populares a partir dos fundamentos da educação popular, da ecologia integral e dos valores democráticos, sempre ancorados na realidade concreta dos territórios onde Fé e Alegria atua.  Jonas Jorge da Silva, coordenador do Cepat, ressaltou a importância da formação como um espaço de troca e partilha. “Quando viermos para os encontros, devemos trazer toda a nossa bagagem, pois a riqueza está na partilha de saberes. Todos nós temos algo a ensinar e algo a aprender.”

 

André Langer, integrante do Cepat e professor da Faculdade Vicentina (Favi), falou sobre o momento de crise que vivemos hoje, que combina fatores climáticos, econômicos e sociais. “As mudanças climáticas, por exemplo, colocam uma série de questões para nós. Como educadores e educadores populares, como lidamos com isso? Que diferença eu posso fazer nesse mundo?”

 

Sobre o II Ciclo de Formação em Educação Popular – Fronteiras e Territórios

 

O percurso formativo contará com carga horária total de 25 horas, incluindo encontros síncronos e atividades complementares, com certificação emitida em parceria com a Universidade Estadual de Maringá. Os próximos encontros abordarão metodologias da educação popular, sua dimensão política, a ecologia integral e, por fim, o percurso de Fé e Alegria no campo da Educação Popular.

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