A programação incluiu momentos de conversa com as equipes, educandos, educandas e famílias.
O Centro Social de Educação e Cultura São Luiz Gonzaga, em Montes Claros (MG), recebeu, na última semana de agosto, a visita do diretor-presidente de Fé e Alegria Brasil, Pe. Alexandre Raimundo de Souza, SJ, acompanhado do assessor de Direção, Ir. Pedro Ernane Gomes, SJ, e da coordenadora Pedagógica Nacional, Fernanda Ariele da Silva. Também estiveram presentes Adriana Moreira Costa, coordenadora do Centro Social de Fé e Alegria em Santa Luzia (MG), e o S. Mateus Araújo Pereira, SJ.
Foram dias marcados pela escuta, pelo diálogo, pela partilha e pela aprendizagem. A programação contou com rodas de conversa envolvendo educandos e educandas, famílias, parceiros e parceiras, além da equipe de colaboradores e colaboradoras.
Os encontros proporcionaram a oportunidade de apresentar o trabalho desenvolvido em Montes Claros, compartilhar experiências, refletir sobre desafios e fortalecer estratégias para a missão de Fé e Alegria.
De acordo com Rosiene Ferreira, coordenadora do Centro, a visita também contribuiu para estreitar vínculos, ampliar o diálogo e reafirmar a importância da colaboração e da construção coletiva na promoção da educação popular. “Levamos conosco importantes reflexões e inspirações que fortalecem nosso compromisso de seguir transformando vidas por meio da educação popular. Que possamos continuar caminhando juntos, fortalecendo nossa missão e construindo, em rede, uma educação cada vez mais transformadora”.
Já para Fernanda, a visita foi uma oportunidade de fortalecer os vínculos com a comunidade educativa. “Durante a visita, tivemos a oportunidade de dialogar com educandos, famílias, parceiros e com a equipe de colaboradores. Esses diálogos nos permitiram conhecer mais sobre o trabalho e saber que ele está pautado nos princípios da educação popular”, destacou.
De acordo com o padre Alexandre, visitar Fé e Alegria em Montes Claros foi uma experiência de escuta e de aprendizagem. “Encontramos uma equipe muito sintonizada, integrada e comprometida, que reconhece o valor das diferentes competências e procura compreender a realidade do território a partir de sua cultura, suas tradições, suas memórias e dos desafios concretos vividos pelas pessoas.”






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