No dia 03 de outubro, Fé e Alegria Amazonas realizou o VII Festival Cultural, com o tema Nossa comunidade, nossa cultura, nossos talentos, no Centro Social de Educação e Cultura Grande Vitória, na zona leste de Manaus (AM). O evento reuniu educandos, famílias, colaboradores e comunidade em uma celebração da cultura, da arte e da convivência comunitária.
A programação valorizou as expressões culturais amazônicas e o protagonismo de crianças e adolescentes. Entre as apresentações dos grupos da manhã e da tarde, estiveram representações das lendas da Vitória-Régia e do Curupira, acompanhadas pelos ritmos dos bois-bumbás Garantido e Caprichoso, além de danças urbanas e outras manifestações regionais.
O festival também contou com a participação da Associação Vitória Alegre, com apresentação de dança do Cangaço, um grupo de dança de Boi-Bumbá e show musical do cantor Rodrigo Garcia. No show de talentos, crianças e adolescentes tiveram a oportunidade de compartilhar suas habilidades e expressar sua criatividade por meio da música e da dança.
Além das atrações culturais, o público participou de atividades recreativas, como pescaria, pula-pula, parquinho e tênis de mesa. A venda de comidas e guloseimas também integrou a programação, contribuindo para um ambiente de encontro e convivência entre as famílias e a comunidade.
Para Beatriz de Sá, educadora social de Fé e Alegria Amazonas, o festival representa uma oportunidade de valorizar os talentos dos educandos e fortalecer sua participação na vida comunitária. “Foi muito bonito acompanhar os educandos se preparando e ocupando esse espaço para mostrar seus talentos. O festival nos lembra que a cultura está presente no nosso cotidiano, nas nossas histórias, nas nossas músicas e nas relações que construímos em comunidade. É também uma oportunidade para que crianças e adolescentes se reconheçam como protagonistas, valorizem suas raízes e percebam que seus talentos têm lugar de importância.”
“Mais do que uma celebração cultural, o VII Festival Cultural reafirma o papel da arte e da educação popular na formação integral de crianças e adolescentes, valorizando os saberes locais, incentivando o protagonismo infantojuvenil e fortalecendo os vínculos e o sentimento de pertencimento à comunidade”, completou.







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